Diferentes cores, direitos iguais
Por Rafael Rodrigues Racismo. Xingamentos. Tudo isso tem se espalhado como veneno nos esportes. Várias ocorrências desse tipo viraram notícia internacional por conta do preconceito étnico. A seguir, mostrarei…
Por Rafael Rodrigues
Racismo. Xingamentos. Tudo isso tem se espalhado como veneno nos esportes. Várias ocorrências desse tipo viraram notícia internacional por conta do preconceito étnico. A seguir, mostrarei o interior desses nojentos atos discriminatórios.
O racismo atual é diferente do de antigamente. Antes, os discriminadores expunham seus ideais na frente do público, proibindo diretamente certos luxos às pessoas de diferentes etnias. Agora, com novas leis antirracistas, eles atuam nos bastidores, com máscaras em seus rostos.
Nos últimos anos, eles têm se revelado, seguindo a via esportiva. Por ser o esporte mais popular do mundo, o futebol tem sofrido bastante. Casos famosos foram justamente contra jogadores brasileiros: Daniel Alves e Vini Jr., que foram chamados de “macacos”. O caso mais recente, com Vinícius Júnior, teve um manequim de macaco preso em sua porta, colocado por torcedores do time rival.
Esses atos deveriam ser registrados na identidade dos agressores, de modo que eles sequer pudessem comprar um ingresso. Dentro desse contexto, entra a famosa frase de Vini: “Enquanto a cor da pele valer mais que o brilho dos olhos, teremos guerra”.